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Surdos e a campainha

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

NO INTERFONE:
A maioria dos prédios, residências, bancos e outros, usam o interfone como meio de comunicação para saber quem está do outro lado do portão.


 Um surdo resolve ir visitar o amigo que mora num prédio. Vai ficar horas tentando chamar a atenção do porteiro. Isso se o porteiro não ficar com medo e chamar a polícia. Se o surdo estiver com sorte, o porteiro pode pensar que há algo errado com o interfone e ele talvez vá até o portão tentar entender porque a pessoa não diz logo quem é.
 




NA RESIDÊNCIA:
O surdo resolve aparecer de surpresa e toca o interfone. Muros altos, tudo fechado, só o cachorro late, late... O morador se irrita de tanto gritar perguntando quem é. Nem imagina que é seu amigo. Então resolve desligar ou ignorar o interfone... Se o surdo estiver com o celular manda um torpedo. Ufa... Aí tudo certo. Mas se ele estiver sem celular... Ai, ai, ai. Viagem perdida.

NO BANCO: algo deu errado no caixa eletrônico e o surdo resolve usar o interfone. O guarda com tão boa vontade que tem, ignora, diz que o banco já fechou e pede para voltar outro horário. O surdo tenta falar, gesticula e o guarda pede para ligar no 0800. Aff... LIBRAS já é reconhecida como a segunda língua oficial do Brasil conforme Lei 10.436 e decreto 5.626.
 
#SINALIZAR É PRECISO#

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